Se olharmos para a Páscoa
de hoje com a mistura de quaresma (que não está na Bíblia)
mas, está nas lendas pagãs, como dias de luto e penitência
pela morte de Tamuz ( “E levou-me à entrada da casa do
Senhor, que está da banda do norte, e eis que estavam ali mulheres
assentadas chorando por Tamuz” - Ezequiel 10:14), o filho de Semíramis
(deusa do amor) por um javali; esta suposta deusa teria trazido seu
filho de volta ressuscitado numa árvore (pinheirinho) 40 dias
depois de sua “chorada” morte (provavelmente venha daí
o uso do pinheirinho por ocasião do natal, uma vez que Jesus
não nasceu na Europa).
Páscoa, segundo a Bíblia, significa Aliança de
Sangue. Na noite da décima praga de Deus sobre os egípcios
- a morte dos primogênitos – todas as casas que tinham sangue
de ovelha nos umbrais das portas e janelas não sofreram nenhum
dano. Deus respeitou o pacto feito com sangue para com aqueles que creram
e deixou que vivessem.
Na quinta-feira Santa, Jesus comemora essa mesma Páscoa (pacto)
com pão e vinho, símbolos do seu corpo e sangue. Nota:
este segundo elemento não mais é dado em milhares de igrejas
por ocasião da ceia cristã, não permitindo assim
uma aliança de vida e remissão de pecados do penitente).
Quando morre o cordeiro de Deus na cruz, Deus realiza uma nova aliança
com a humanidade através do sangue de seu Filho Jesus (o mesmo
que ele disse para os doze na 5ª feira Santa. Portanto, todos os
que se aproximarem de Deus através do sangue de Jesus Cristo,
serão poupados do anjo da morte. Nenhuma condenação
há sobre os estão em Cristo Jesus. São as pessoas
que como os hebreus confiam única e exclusivamente no sangue
de Jesus e nada mais; deixando assim de confiar em outros deuses ou
deusas, e não misturando lendas com a verdade única e
absoluta.
Vemos aí claramente que a palavra “páscoa”
nada tem a ver com “passagem” como querem alguns, uma vez
que esse fato (Tsunami do Mar Vermelho) ocorreu no deserto vários
dias depois da Páscoa dos hebreus no Egito). Tem muito mais a
ver com a deusa Mãe Easter que chorava pela morte do filho Tamuz.
Olhe atentamente para as comemorações de vida e ressurreição
(Páscoa), e verás que quase não existem; porém,
são substituídas por vários dias de comemoração
de morte, luto e sofrimento, como se quiséssemos compartilhar
mais a dor da mãe que a vitória do Pai.
Pr. Waldir C. Grooders