Crianças vestidas de anjinhos

Experimente convencer seus filhos a vestirem roupa de anjinho para alguma festa à fantasia no colégio?! Se conseguir convencê-los a irem vestidos de anjinho, certamente enfrentarão o deboche da maioria dos colegas que foram vestidos de bruxa ou algum outro monstro “bonzinho”.

O que está acontecendo com nossas crianças? Essa troca de valores está afetando também os pais e os professores. Acredito que já seja tarde demais para retornarmos desse submundo das trevas. Segundo a Nova Era, o bom é ridículo, e o mau é cultuado. Qualquer semelhança com anjo bom é brega, e quanto mais assustador e assassino, melhor.

O futuro dos colégios e demais educandários será deixar as crianças aprenderem diante de um computador, sem a interferência humana. A rebeldia se tornará tão grande que nenhum docente terá coragem para ficar diante desta nova geração de “alunos” numa sala de aula.

Aprender já não querem mais; ler algum livro é complicado demais, a não ser que seja do Harry Potter, com 300 pgs, não importa, desde que fale de bruxaria. Assim acontece com as professoras de literatura atualmente, as crianças não levam livros “ingênuos” que falam de amor, mas, se for da bruxa tal, ou se for sensual, brigarão por estes.

Não gostaria de bater na mesma tecla, mas, quem prepara todas as programações de cinema, tv, teatro, literatura e as mensagens dos púlpitos nas igrejas? São pessoas que têm uma religião. Que religião será essa que só transmite a inspiração do mal, e não consegue mais fazer as crianças torcerem pelo “mocinho”? É a religião do pasto seco e das palavras ocas. A mesma que Cristo já combatia em Israel no seu tempo. Uma religião sem conversão e sem Deus. Uma religião de qualquer rótulo, mas, que contém veneno nas suas doutrinas, afastando o homem cada vez mais de Deus, fazendo-o cada vez mais parecido com aquele que quer destruí-lo: o diabo.

Felizes aqueles que ainda acreditam em anjos bons, pois estes estão e estarão sempre do lado do Bem: DEUS.

Abstende-vos de toda a aparência do mal” (I Tes 5:22).

 

 

 

 

 

 

 

 

Pr. Waldir C. Grooders