A Bússola de Ouro sem brilho

Quanto mais perto chegarmos do Apocalipse, mais ferrenha será a guerra das trevas contra a Luz. O filme a “Bússola de Ouro” foi criado para ser apenas uma “fantasia” para as nossas crianças e adolescentes, embora milhares de adultos também o assistam. O que impressiona é o verdadeiro eufemismo que se encontra nas cenas, onde a Igreja é chamada de “Magisterium” e Deus seria a “Autoridade”.

Satanás vem tentando há séculos banir o verdadeiro Deus de nossas mentes e relações, insinuando uma rebelião completa contra Ele e contra todas as autoridades instituídas, começando pela família. Quando a violência é incentivada a ponto de uma filha matar a própria mãe, e com isso se sair bem sempre, não sejamos ingênuos a ponto de não vermos que, o que satanás deseja verdadeiramente, é destruir na mente e nos corações das pessoas a concepção de “pecado”.

Se a idéia de pecado fosse banida dos corações humanos, a igreja perderia a sua finalidade, bem como toda a história do Cristianismo. A vida de Jesus Cristo e a cruz do Calvário passariam a ser apenas uma lenda, e o homem poderia ser o seu próprio salvador. A impunidade hoje já opera pela morosidade da justiça, imagine o dia em que o homem acreditar que o “inferno” é apenas literal, ou seja, uma imagem de computador criada para assustar.

O pecado que nada mais é do que desobediência pura às leis morais de Deus, sempre trouxe ataduras aos seres humanos que não gostam de serem “certinhos”, por isso endeusamos e canonizamos nossos próprios semelhantes, para – se fosse possível – através deles alcançarmos favores divinos. É de tempos idos que satanás usa os “Herodes” e “Hitlers” da vida para banir da terra tudo o que está ligado em Deus, portanto, não é nenhuma novidade o aparecimento de tantos livros e filmes recheados de bruxas, feitiçaria, sangue, violência, distúrbios sexuais e eufemismos para matar a Autoridade que é Deus, o Criador, e criar a Grande Babilônia do século XXI.


Pr. Waldir C. Grooders –