Aqueles que querem menosprezar a
Deus, o Criador, inventam tantas teorias refutáveis que eles
mesmos riem de suas afirmações. Acreditam eles que “alguém”
um dia pegou todo o lixo do cosmos, juntou num monte e fez explodir.
Dessa explosão vieram todas as maravilhas da natureza. “As
borboletas saíram voando com cheiro de pólvora e, surdas
pelo pum”.
Segundo essa teoria de notáveis, o homem vivia em cavernas no
meio dos morcegos e demais diabinhos. Andava encurvado e foi sendo curado
dos problemas de coluna aos poucos, pois sua cama era em forma de “C”,
e a roda “quadrada”. Dentro da caverna ele se divertia com
muitas festas. No bailão do Tio Tchuco ele era o primeiro a rodar
a baiana. A entrada da caverna tinha somente um metro de altura, pois
já que andava torto, não precisava ser mais alta. Pobre
ser humano! Pobre homem que desprezas o Todo Poderoso.
A história está trocada, pois na caverna vive hoje a maioria
dos homens. Assim como o rei Davi e o profeta Elias, homens importantes
vivem encurvados pela depressão, refugiados em si mesmos. O homem
das cavernas vive no século XXI. Pega a esposa pelos cabelos,
agride e faz dela um objeto de prazer. Vive num jogo de interesses,
mais conhecido por alguns espertos como “política”,
não perde a oportunidade de um bom troca-troca – até
de esposas por um bom swing a lá caverné.
Pobre homem! A depressão encurva os mais eretos. A Bíblia
diz que o homem que não confessa os seus pecados anda encurvado.
No Japão, um político se suicidou após ter sido
acusado de corrupção, vítima da idolatria de honradez.
Aqui, alguns matam bebês com uma caneta pró-aborto; outros
bebem sangue de bodes para subir os degraus do poder, e nem “sabem”
o que significa honra.
Pobre homem sem Deus! Vive isolado do Deus verdadeiro e enjaulado em
suas vãs filosofias como animal anti-racional. Insiste em suas
preferências darwinianas e não sai do seu habitat natural
– a caverna. O rei Davi foi também foi parar numa caverna,
mas, chamou ao Senhor Deus para tirá-lo de lá, e conseguiu.
Elias com medo das ameaças de morte da Jezabel, quis desistir
de tudo e viver como alguns prefeririam: na pré-história.
Deus o perseguiu com o seu amor até que parou com a sua autocomiseração
e olhou apara o alto, para o seu Deus, para o maior projeto de vida
de um ser humano: conhecer e cumprir vontade de Deus.
Muitos outros já foram parar na caverna, porém, souberam
sair dela vitoriosos olhando para o autor e consumador da nossa fé,
Jesus Cristo.
“Na minha angústia clamei ao Senhor, e ele
me ouviu” (Salmos 120:1).
Pr. Waldir
C. Grooders –