Moisés cansou de transformar
água em sangue por todo o Egito. Era só colocar um pouco
de água à sua frente e ela virava sangue.
Moisés pegava um punhado de areia do deserto, jogava para cima,
e tudo se transformava em piolhos, nas pessoas e nos animais. Faraó
com todo o seu satanismo, não conseguiu se desfazer de tantos
piolhos que simplesmente surgiam do nada. E logo que os piolhos desapareciam
– pela oração de Moisés – vinham sapos,
rãs e moscas, para tentar quebrar o coração de
pedra do feiticeiro faraó que insistia em não deixar o
povo de Deus ir embora da escravidão que ele controlava.
Por todo o Velho Testamento vemos o Deus da Bíblia transformar
a matéria e os elementos como quer; quantas vezes quiser; e no
que quiser. No Novo Testamento o seu Filho – que recebeu todo
o poder do Pai – já sai transformando água em vinho,
inaugurando o tempo da graça para todos os homens.
Numa festa de casamento em Caná da Galiléia - onde Jesus
também fora convidado – o vinho terminou. Maria também
estava lá, mas, nada pode fazer. Jesus então mandou encher
as seis talhas de água que ali estavam e mandou servir. Qual
não foi a sua surpresa, quando derramavam a água, ela
se tornava no melhor vinho que já haviam experimentado.
Muitos vivem hoje a sua vida confiando no vinho dos homens, que mais
cedo ou mais tarde inevitavelmente acabará. Nenhuma religião,
por melhor que seja, jamais conseguiu transformar a natureza pecaminosa
do homem. O vinho dos homens parece bom, mas, o melhor é aquele
que Jesus dá. Mesmo tendo bebido bastante do velho, todos na
festa logo notaram a diferença do gosto do novo, transformado
por Jesus. O vinho novo abre a visão; coloca metas de felicidade;
é transparente e cheio de virtudes. O vinho que Jesus transforma
tem gosto de vitória e nos leva para mais perto de Deus.
Não deixe de convidar Jesus para o teu casamento, tua empresa,
teus estudos e até para a tua saúde. Onde Ele for convidado,
nada faltará e haverá em abundância. Mas, não
se esqueça, é muito fácil carregar Jesus no peito;
o difícil é ter peito para carregar Jesus.
Pr. Waldir
C. Grooders