Por que será que Deus
prefere que entremos na Sua casa de oração com ações
de graça, dançando e cantando? Quem será que foi
a “figura” que nos ensinou o contrário? Quem lucraria
com o silêncio de morte ao invés do barulho de festa? Será
que não foi o mesmo que quis proibir os discípulos de
Jesus de gritarem o seu Nome no Domingo de Ramos?
Em Salmos 96:8, Deus pede que entremos em seus átrios com oferendas.
Em Êxodo 23:15 Ele manda que ninguém compareça perante
Ele vazio. Podemos deduzir daí que Deus não gosta que
alguém vá à Igreja sem levar alguma oferta. No
passado se levavam ovelhas, cabras, bois e pombos. Infelizmente hoje
surgiram muitos lobos devoradores que tiram todo o dinheiro das pessoas
que entram em seus templos, e isto fez com que muitos vão aos
cultos de mãos abanando, influenciados pelo mau exemplo. Porém,
Deus ainda continua dizendo que ninguém é tão pobre
que não possa dar, e que ninguém é tão rico
que não possa receber.
Em Marcos 12:41-44, Jesus observava como as pessoas largavam as suas
ofertas em dinheiro no Gazofilácio. Ele observa os ricos darem
o que lhes sobrava, mas, a pobre viúva deu tudo o que tinha,
sem ninguém lhe exigir por isso. Logo foi elogiada dentre os
demais, pois Deus também observa aquilo que seguramos para nós.
Ainda nos Salmos 84:1-4, aprendemos que nossa alma deve se alegrar muito
por saber que vai para a Casa de Deus. Enquanto isso, muitos se arrastam
aos templos como se fossem ao presídio visitar um preso, ou como
já foi referido, se fossem ao velório de alguém.
Entram sem graça e saem decepcionados porque não encontram
nenhum clima de festa, muito menos de vitória pela ressurreição
de Cristo. O Culto a Deus é uma celebração de festa
contínua na presença do Espírito Santo, e o mínimo
que se pode esperar é que sintamos Sua presença em prazer,
gozo e alegria, por isso ofertamos em louvores e danças, para
que a Glória de Deus se manifeste e que tenhamos certeza de que
não estivemos na presença só dos homens.
Pr. Waldir C. Grooders –