Um dia, aproximou-se de
um rio e como não sabia nadar ficou observando maravilhado as
suas águas claras. Viu, então, um pequeno peixe que passeava
em busca de alimento, sem se preocupar com a sua presença.
O macaco ficou muito preocupado achando que o peixe estava com frio
e poderia morrer afogado naquele rio imenso. Resolveu ajudar o pobre
peixinho.
Arriscando-se em cima de um tronco que flutuava, conseguiu agarrar o
peixe em seu passeio. Sentiu então que ele estava gelado e pensou
no frio que o coitado sempre teria passado, sem que ninguém o
ajudasse. Isso o deixou ainda mais satisfeito com a sua boa ação.
Depois da operação salvamento, o macaco ainda não
estava contente. Acreditava que poderia ajudar muito mais o pobre peixinho.
Decidiu, então, levá-lo para casa e esquentá-lo
com seus pelos.
Na manhã seguinte, ao acordar, viu que o peixinho estava morto.
Ficou triste, mas não se preocupou demais, pois sabia que tinha
tentado de tudo para ajudar o amigo. Consolou-se mais, quando concluiu
que o peixinho só poderia ter morrido devido a um resfriado que
tinha contraído durante o tempo vivido na água, sem receber
a ajuda de ninguém. (Fonte: www.ejesus.com.br)
Moral da história:
“Cada macaco no seu galho”.
Comentário:
Quantos males têm sido realizados em nome de Deus. Quantos milhões
de seres humanos estão hoje no inferno por causa de doutrinas
humanas ou diabólicas que prometem salvar o homem, querendo justificá-lo
através de obras mortas. Em toda a história humana, o
homem sempre foi enganado pelos falsos mensageiros de Deus, que se auto-intitulam
representantes celestiais.
Nenhuma religião pode salvar o ser humano, senão só
o próprio Deus. O que as religiões fazem, são criar
múltiplos caminhos como “atalhos” para não
terem que encarar o único Caminho aberto pelo Filho de Deus –
Jesus Cristo. Assim dão uma “mãozinha” para
a maioria das pessoas poderem escolher qual a religião que mais
se adapte ao seu caráter pecaminoso, e as aceitem sem que tenham
que entrar nos moldes estabelecidos por Deus.
Assim, essas seitas bajulam as almas dos homens, fazendo-as sentirem-se
seguras, mesmo sabendo que estão burlando as mais rudimentares
exigências necessárias para viverem uma vida santa e sem
condenação, na comunhão do Pai, e do Filho e do
Espírito Santo.
Pr. Waldir C. Grooders