HABITAT

Num canto do Brasil viviam um macaco e um peixinho.
O macaco era conhecido por sua extrema bondade e por gostar de ajudar os outros animais daquela mata. Naquela floresta tropical nunca fazia frio, tudo era tranqüilo e o macaco passeava de galho em galho, procurando alguém para ajudar.

Um dia, aproximou-se de um rio e como não sabia nadar ficou observando maravilhado as suas águas claras. Viu, então, um pequeno peixe que passeava em busca de alimento, sem se preocupar com a sua presença.

O macaco ficou muito preocupado achando que o peixe estava com frio e poderia morrer afogado naquele rio imenso. Resolveu ajudar o pobre peixinho.

Arriscando-se em cima de um tronco que flutuava, conseguiu agarrar o peixe em seu passeio. Sentiu então que ele estava gelado e pensou no frio que o coitado sempre teria passado, sem que ninguém o ajudasse. Isso o deixou ainda mais satisfeito com a sua boa ação.

Depois da operação salvamento, o macaco ainda não estava contente. Acreditava que poderia ajudar muito mais o pobre peixinho. Decidiu, então, levá-lo para casa e esquentá-lo com seus pelos.
Na manhã seguinte, ao acordar, viu que o peixinho estava morto. Ficou triste, mas não se preocupou demais, pois sabia que tinha tentado de tudo para ajudar o amigo. Consolou-se mais, quando concluiu que o peixinho só poderia ter morrido devido a um resfriado que tinha contraído durante o tempo vivido na água, sem receber a ajuda de ninguém. (Fonte: www.ejesus.com.br)

Moral da história: “Cada macaco no seu galho”.

Comentário:
Quantos males têm sido realizados em nome de Deus. Quantos milhões de seres humanos estão hoje no inferno por causa de doutrinas humanas ou diabólicas que prometem salvar o homem, querendo justificá-lo através de obras mortas. Em toda a história humana, o homem sempre foi enganado pelos falsos mensageiros de Deus, que se auto-intitulam representantes celestiais.

Nenhuma religião pode salvar o ser humano, senão só o próprio Deus. O que as religiões fazem, são criar múltiplos caminhos como “atalhos” para não terem que encarar o único Caminho aberto pelo Filho de Deus – Jesus Cristo. Assim dão uma “mãozinha” para a maioria das pessoas poderem escolher qual a religião que mais se adapte ao seu caráter pecaminoso, e as aceitem sem que tenham que entrar nos moldes estabelecidos por Deus.

Assim, essas seitas bajulam as almas dos homens, fazendo-as sentirem-se seguras, mesmo sabendo que estão burlando as mais rudimentares exigências necessárias para viverem uma vida santa e sem condenação, na comunhão do Pai, e do Filho e do Espírito Santo.



Pr. Waldir C. Grooders