A primeira, era
um comerciante que abriu falência e por isso pensava suicidar-se.
A segunda, era um jovem de gosto extravagante que, crendo não
ganhar suficiente, pretendia roubar de seu patrão.
A terceira, era uma jovem de hábitos alegres que se
viu tentada a abandonar a senda da virtude.
No culto, o côro cantou
um hino referente a edificar os muros de Sião. O ministro elevou
uma oração eloqüente ao Senhor e logo pregou um sermão
sobre o tema: "Há habitantes em Marte?" Desse modo,
as três almas se afastaram da igreja, havendo recebido pedras
em vez de pão.
O negociante se suicidou; o jovem roubou e foi preso e a jovem se entregou
à uma vida de dissipação.
Comentário: A Igreja precisa cumprir
o propósito para a qual foi criada. Ela precisa dar as respostas
que a comunidade necessita. Os problemas que cada um sofre no dia a
dia, na verdade, muitas vezes não passam de problemas espirituais.
Os ministros precisam ter discernimento e deixar o Espírito Santo
tratar a cada um individualmente, impondo as suas mãos para abençoar
aqueles mais enfraquecidos.
A igreja peca quando trata a todos coletivamente como se todos precisassem
do mesmo remédio e da mesma receita ao mesmo tempo.
As pessoas precisam de carinho – tão em falta em muitas
famílias – para se animarem e terem esperança de
vencerem os seus obstáculos. Jesus mandou que a Igreja usasse
a imposição de mãos sobre os doentes para que estes
sejam curados (Marcos 16:18).
Como o exemplo de descaso no início deste artigo, quantas vidas
preciosas podem ter sido perdidas em nossa comunidade porque a Igreja
não soube dar as respostas?
Pr. Waldir
C. Grooders