MEUS PRECIOSOS OSSOS

Paulo escreveu que se nossa esperança ficar restrita a esses poucos anos de vida aqui na terra e depois nada, seríamos então os mais miseráveis entre os homens (I Co 15:19). Jesus Cristo provou que tem poder sobre a morte, não só sobre a sua - quando a anulou ao terceiro dia voltando à vida - mas, também, sobre a vida das pessoas.

 

Lázaro estava morto quatro dias, e segundo as suas irmãs Marta e Maria, seu corpo já fedia. Jesus não fez rodeios e foi direto ao assunto: chamou Lázaro pelo nome e mandou que saísse da sepultura. A morte não conseguiu segurá-lo e nem impedir que obedecesse a ordem da Vida. Jesus é a Ressurreição e a Vida (Jo 11:25).

Está escrito que chegará a hora em que todos os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão. Temos aí um pequeno porém: “os”. Minhas ovelhas ouvem a minha voz e conheço-as, e dou-lhes viverem para sempre – disse Jesus. Quando estamos acostumados a ouvir a voz de alguém, nós a conhecemos até através das paredes. Provavelmente você já está acostumado a ouvir a voz de Jesus?!

Outra coisa que convém lembrar é quando uma casa é destruída, seus donos procuram recuperar os seus pertences. Ainda que estejam destruídos, valem como relíquias de amor que nada e ninguém conseguem apagar. O que nos leva a pensar sobre nossos ossos! O que Jesus faria com os nossos ossos? Existe algum motivo neles para que voltem a viver algum dia? Tiveram meus ossos com Ele algum relacionamento tão grande e evidente que signifiquem algum valor para Ele? Quando vamos ao cemitério, vemos ali um monte de ossos, quais são os que mais nos interessariam viver?

Disse Jesus: “Quem é minha mãe? E quem são meus irmãos? E, estendendo a sua mão para os seus discípulos, disse: Eis aqui minha mãe e meus irmãos; porque, qualquer que fizer a vontade de meu Pai, que está nos céus, este é meu irmão, e irmã e mãe.” (Mateus 12:49-50).

 

Pr. Waldir C. Grooders