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JESUS E A FORMAÇÃO DE QUADRILHA Existe uma cláusula em nossas leis que define como formação de quadrilha qualquer pessoa que cometer atos ilícitos com a ajuda de terceiros. Muito mal compreendida e mal aplicada, pois foi mal elaborada. Ela tem aplicação futura para restringir o movimento religioso denominado de “fundamentalismo”. Embora terroristas que destroem com bombas e toda sorte de armas sejam fundamentalistas proscritos, os pacatos crentes serão enquadrados como tais e presos incomunicáveis.
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Se Jesus vivesse hoje, seria
enquadrado nos crimes de: chefe de quadrilha (escolheu
doze apóstolos que seguiam a risca os seus ensinamentos);
falsa idoneidade (Ele afirmava ser o Filho de Deus);
perjúrio (como rabino não seguiu
os ensinamentos de seus líderes religiosos); difamação
(chamou de hipócritas em público os líderes
fariseus que procuravam matá-lo); curandeirismo
e falso exercício da medicina (curava todas as enfermidades
entre o povo); motim e quebra do sossego público
(reunia milhares de pessoas que faziam muito barulho); e outros
e outros...
Pr. Waldir C. Grooders
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