O mundo está sendo
invadido por siglas e termos novos para doenças antigas. As tais
síndromes - como a do pânico - já existe desde a
criação do mundo; ela apenas está sendo mais valorizada
nesses últimos dias pelo número cada vez maior de pessoas
prejudicadas por ela. A quantidade de remédios que são
vendidos todos os dias - graças ao estado de caos criado pelos
governos sem a direção divina – é muito grande;
esses remédios nada mais são do que analgésicos
e anestésicos da alma oprimida pela insegurança e falta
de coragem das pessoas.
O Apóstolo João na sua primeira carta universal, no capítulo
4 e versículo 18, define as pessoas medrosas como imperfeitas
no amor. Ele declara que o perfeito amor lança fora o medo. Na
verdade, nesse contexto, ele se refere à insegurança que
sentem as pessoas medrosas por não conseguirem confiar no amor
do Pai, e consequentemente perderem a fé e a esperança.
Está provado na Bíblia, que de cada doze pessoas, apenas
duas ou três são seguras em suas atitudes e tomada de decisões.
A maioria vê gigantes á sua frente, e o pior, vêem-se
como gafanhotos diante de situações que exigem um pouco
de coragem. Preferem criar monstros e barreiras mentais para não
terem que encarar e enfrentar algum problema de frente.
A síndrome do medo e da insegurança evolui para um estágio
seguinte, chamado de síndrome do pânico. Nesse estágio,
as pessoas começam a desconfiar de tudo e de todos, sendo torturadas
por um profundo senso de perda da auto-estima, gerando um tremendo complexo
de inferioridade.
Aliado aos efeitos depressivos e alucinógenos dos remédios,
as pessoas com síndrome do pânico têm visão
distorcida da realidade; tornam-se pessimistas ao extremo, chegando
a influenciar negativamente qualquer iniciativa de sucesso. No estágio
mais avançado, as pessoas podem tornar-se insolentes e murmuradoras,
culpando a Deus e todos à sua volta pela situação
em que se encontram.
Graças a Deus existe cura para as pessoas com síndrome
do pânico; é preciso expulsar, em Nome do Senhor Jesus,
o mecanismo que criou esse conjunto de sintomas. Uma vez livre desse
mecanismo extremista, a pessoa pode novamente tornar-se um receptor
de coisas boas; sua mente poderá absorver frases de motivação,
ânimo e coragem. Haverá uma nova disposição
e voluntariedade para vencer, pois a sua visão das coisas voltou
ao normal.
Desde que o Ocidente foi influenciado pelas diversas seitas do Oriente
- que ensinam erradamente às pessoas olharem para dentro de si
mesmas para se encontrarem e encontrarem o seu lado divino - milhares
de pessoas deixaram de olhar para Deus, o Criador, e esbarraram no seu
orgulho, vaidade, egoísmo e toda sorte de fraquezas inatas nos
seres humanos. O homem que desvia o seu olhar do céu, certamente
colherá toda a insegurança advinda de tal atitude, e como
um filho pródigo que a si mesmo se deserdou do Pai, procurará
se isolar cada vez mais de tudo e de todos para não ter que encarar
a realidade da caverna escura em que se encontra.
Pr. Waldir
C. Grooders