Quem quer que seja que mexa com essas coisas, certamente
terá que viver com as conseqüências. Por que será
que temos tantos novos casos de Síndrome do Pânico? Não
será também porque as prateleiras das locadoras estão
cheias de lançamentos de filmes com canibalismo, violência
e torturas ao extremo, bem como centenas e centenas de suspenses de
terror.
Para se ter uma idéia, o último grau para ser um feiticeiro
(estilo Harry Potter) é comer carne humana de defuntos. Não
bastasse, grande parte dos filmes que nossas crianças assistem
“convidadas” por seus professores até nas salas de
aula, vem recheados de imagens subliminares que deixam manchas terríveis
no seu subconsciente.
Sono agitado, pesadelos e sudorese, podem ser sintomas de ataques de
espíritos demoníacos que conseguiram se aproximar das
pessoas através dos portais que foram abertos na dimensão
das trevas, pelos filmes (imagens projetadas) e também através
de bonecos como bruxas, duendes e quaisquer outros monstros que atraem
as crianças e adultos.
A Igreja tem grande parcela de culpa em tudo isso, por não ensinar
o sobrenatural de Deus, passou a ter seus cultos puramente materialistas.
Satanás que sempre odiou a Deus e sabe que cada ser humano foi
criado espírito em corpo de carne, convence as pessoas a trocar
a sua religião pela magia e o ocultismo, tornando-as escravas
como os dependentes químicos das drogas.
Sempre que nosso coração busca essas coisas, mostramos
a quem realmente servimos, mesmo que não tenhamos nos dado conta
disso. E o final sempre é trágico, porque esses espíritos
procurarão nos induzir a depressão, suicídio e
autodepreciação. Um estágio bem avançado
da opressão que antecede a possessão é aparecerem
imagens de seres ou sangue; ouvir vozes; marcas no corpo e outros. Abomine
essas coisas e seja livre.
Se alguma família tiver alguém em situação
semelhante, por favor, ligue para mim que terei imenso prazer em ajudar
no que for possível, pois por muito tempo senti na própria
pele os efeitos do reino das trevas. Que Deus o abençoe.
Pr. Waldir C. Grooders