VÊNUS E CUPIDO

Sempre ouvi minha mãe dizer que a palavra Páscoa em alemão significa “Ostern” . No colégio a professora de inglês nos disse que se chamava “Easter”. E na Bíblia a deusa dos sidônios se chamava “Astarot” e “Ihstar” pelos fenícios, e no Brasil do “tudo a ver” se chama Páscoa. Essa deusa que em cada país ou comunidade troca de nome, nada mais é que a deusa do amor, da fertilidade e da primavera, quando as flores renascem trazendo vida. Também conhecida no tempo do profeta Jeremias como a “rainha dos céus” (Jer. 7:18).


Essa suposta deusa teve um filho com seu próprio pai Zeus, chamado Tamuz. Dentro da igreja naquela época se comemorava a quaresma chorando pelo filho de Ihstar (páscoa) em forma de penitência (Ezequiel 10:14). Segundo as lendas pagãs, ela teria nascido da espuma do mar formada pelos “ovos” castrados de um “deus” dos muitos deuses do olimpo grego-romano, e que teriam sido jogados no mar, provavelmente deram origem aos ovos de Páscoa que trazem “vida”, que nada tem a ver com os Evangelhos (misericórdia).

Páscoa segundo a Bíblia significa “Aliança de Sangue”. Deus respeitou essa aliança do povo hebreu escravo no Egito, quando colocaram sangue de ovelha nas portas e janelas evitando assim que o anjo da morte atacasse os seus primogênitos. Jesus repetiu essa aliança conosco pelo seu sangue como Cordeiro de Deus, prometendo a todos que confiarem unicamente no seu sangue que serão livres da morte.

Pena que pessoas sinceras e que pensam realmente em comemorar o sacrifício e ressurreição do Filho de Deus, sejam envolvidos no paganismo que comemora e chora a morte de Tamuz, compartilhando sofrimentos da deusa mãe e pouco lembra da vitória do Pai sobre satanás no domingo da ressurreição.Jamais veremos a morte – garante Jesus. Isso é muito mais que lamentações, luto e primavera florida.